Seguro de vida: os mitos que giram em torno desse produto

Dúvidas e mais dúvidas permeiam o imaginário das pessoas quando o assunto é seguro de vida. Além de promover desinformação, os mitos que circundam esse produto acabam fazendo com que as pessoas tenham receio de contratar. Veja a seguir alguns dos mitos mais comuns.
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seguro de vida
Fonte: Google
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Seguro de vida é considerado um instrumento essencial para os mais diversos e diferentes perfis sociais que existem e pode se adequar aos diferentes momentos da vida de uma pessoa. Quem deseja fazer um planejamento financeiro robusto deve considerar a inclusão do seguro de vida na lista das prioridades.

No Brasil o seguro de vida ainda é pouco usado. Somente 15% da população tem um seguro de vida contratado e, embora a procura por esse tipo de produto durante a pandemia tenha crescido, fato é que a maioria das pessoas desconhecem seu funcionamento.

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Muitas dúvidas pairam sobre esse assunto, como, por exemplo,           quem pode fazer o resgate do valor? É muito caro um seguro de vida? Vale realmente a pena? Afinal, muitas coisas são mitos enquanto outras são verdades quanto isso.

Por isso, decidimos fazer esse artigo para apresentar alguns mitos que foram criados em torno do seguro de vida de modo que a partir de hoje você não precisa pensar que eles são verdades. Continue com a leitura e confira!

1. Somente pode fazer uso do seguro em quando o segurado falece

Mito. A cobertura mais comum e básica oferecida pela maioria dos seguros de vida geralmente costuma ser a indenização caso ocorra o falecimento do titular. No entanto, é possível, em outros muitos casos, personalizar o plano de forma que adeque as suas necessidades.

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Além dessa cobertura mais comum, porém, a principal (falecimento do assegurado), existem planos que também cobrem o seguinte: Cobertura por invalidez acidental;

  • Assistência funeral;
  • Despesas com médicos e hospitais;
  • Diárias decorrentes de internação ou incapacidade laboral temporária;
  • Doenças graves.

Assim, está equivocado a pessoa que acha que somente o titular que pode acionar o seguro. Há situações, que é o próprio titular alvo da indenização. Ou seja, se algo ocorrer com você mesmo, é possível acionar o seu seguro.

2. É caro contratar seguro de vida

Mito. A grande maioria acha que contratar um seguro de vida é um investimento alto e por isso, não compensa. A verdade é que esse produto é acessível, além de pode ser customizado de acordo com a condição de cada cliente.

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Vale destacar que não existe um preço fixo de seguro de vida. Nesse mercado existem opções que são comercializadas a preços baixíssimos, enquanto outros possuem valores mais expressivos.

O preço também varia de acordo com a cobertura que será contratada, além de alguns fatores associados ao estilo de vida do beneficiário e risco que ele apresenta. É importante dizer que caso o beneficiário queira alterar a apólice no futuro, ele pode solicitar.

3. Seguro de vida é coisa de gente velha

Mito. O seguro de vida é algo útil para todas as faixas etárias. Isso porque contratar uma apólice visa promover maior tranquilidade financeira ao próprio titular, caso ocorra situações não previstas, como, por exemplo, acidentes graves, invalidez, tratamento de saúde, entre outros.

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Em outras palavras, contratar um seguro de vida poder ser uma forma de assegurar que, se porventura ocorrer algo inesperado com o titular e ele ficar incapacitado, haverá um amparo financeiro. 

4. Seguro de vida é sinônimo de falta de planejamento financeiro

Mito. O seguro de vida é um produto que está relacionado com o planejamento financeiro e pode ser visto como um investimento. Ele protege o patrimônio que a pessoa possui bem como promove uma segurança financeira maior aos familiares dependentes.

Da mesma forma que existem planejamentos financeiros voltados para situações emergenciais, contratar um seguro de vida pode gerar mais segurança para o titular e as pessoas próximas. Assim, caso ocorra com o titular que o leve a óbito, seus familiares não irão ficar desassistidos do ponto de vista financeiro.

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Conclusão

Existem muitos mitos em torno dos seguros de vida que levam mais desinformação a pessoas que desconhecem o que de fato é esse produto e que sua contratação poderia ser de grande valia para elas.

Dessa forma, é importante reforçar que os seguros de vida não está restrito a uma determinada faixa etária da população e não se trata de um produto que só tem utilidade em caso de morte. Assim, pode haver uma mudança no cenário das contratações, tornando essa aquisição cada vez mais comum.