Uso de energia solar disparar devido o aumento da conta de luz

Alternativa de consumo deve se ampliar no país a medida que essa tendência se consolida.
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Fonte: Google
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A procura por “energia solar” no Brasil tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Atualmente o serviço já detém no país aproximadamente 60% da potência instalada da usina de Itaipu, que também abastece o Paraguai com a energia gerada.

Em termos globais, a energia solar ganhou protagonismo na mesa de negociação do último encontro do COP26, realizando em Glasgow, na Escócia, como uma das alternativas para diversificar a matriz energética e consequentemente reduzir o nível de emissão de gases causadores do efeito estufa.

Atualmente, a energia solar corresponde apenas a 2% da matriz energética em nosso país, que está na 14ª posição neste mercado, embora possua uma das melhores irradiações durante todo o ano – do sul ao norte.

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Dados fornecidos pela associação desse setor apontam que menos de 1% dos 88 milhões de consumidores desse tipo de energia no Brasil fazem uso do sol para gerar energia.

O tamanho desse “gigante” tem sido menor gradativamente devido ao ritmo acelerado de instalação dos painéis solares, serviço que atualmente é prestado por quase 17 mil empresas.

Energia solar tem um Boom na pandemia

A quarenta decorrente da pandemia do novo coronavírus fez com que grande parte das casas dos brasileiros fossem transformadas em ambientes de trabalho. O home office fez com que os gastos com energia subissem e, ao mesmo tempo, foi a oportunidade para crescimento no número de instalações de painéis.

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De acordo com o relatório da Greener, empresa localizada em São Paulo que analisa o setor, 50% das instalações de novoso painéis foram realizadas no primeiro semestre deste ano.

No ano passado, o segmento residencial foi responsável pela fatia maior do mercado, com quase 40% de participação, fincando a frente do comércio, que por sua vez foi muito afetado pela interrupção em alguns negócios por conta da crise sanitária.  

Tenha atenção!

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Quem deseja ser gerador da própria energia elétrica por meio da via solar precisa observar algumas situações. Segundo Takata, CEO da Greener, o sistema é flexível e modular de acordo com o consumo do cliente, tamanho do telhado e investimento.

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A primeira coisa a se fazer é verificar se o telhado da casa tem estrutura para suportar o peso das placas solares e se também existe espaço para alocação dos equipamentos. Caixas d’água, por exemplo, tem capacidade de reduzir a área útil para fazer a instalação.

A pessoa que aluga uma casa, por exemplo, e tem interesse pela instalação dos painéis, deverá primeiro negociar com o dono do imóvel acerca do investimento e aguardar a vistoria da concessionária responsável pela energia da região para aprovação do novo sistema.

Quero energia solar, mas não tenho telhado

A boa notícia é: nem só de telhado vivem aqueles que querem consumir energia solar. Mesmo que não haja um teto próprio para viabilizar a geração de energia, é possível fazer a contratação do serviço remotamente.

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Nessa área, há empresas que criam as conhecidas “fazendas solares”, que nada mais são do que espações onde é produzido energia solar que é diretamente conectada nas linhas de transmissão das agências.

Nesse caso, o consumidor só fazer a contratação do serviço remoto se a companhia acionada possuir parceira com a agência que fornece a energia na região onde ele está situado. Existem empresas que oferecem esse tipo de serviço por meio de assinatura, como por exemplo, a Sun Mobi, situada no interior do estado de São Paulo.

Conclusão

A procura por instalação de painéis de energia solar é uma tendencia que parece somente crescer nos próximos anos. A medida que a população se conscientiza acerca das questões ambientas e de como elas podem cooperar nesse sentido, mais aumenta a demanda por esse tipo de serviço. Portanto, estamos diante de um novo tempo em termos de consumo de energia.

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